Tintin Cineclube no Varadouro exibe filmes que dialogam com espaços urbanos
Tintin Cineclube | quarta-feira | 19h30 | 08.09
Casa de Cultura Cia. da Terra | Praça Antenor Navarro, Casarão nº. 15 (1º andar) – Varadouro
[Espaços Urbanos]
08.09 | quarta-feira | 19h30
Sessão gratuita
Inspirado pela sua nova localização no Centro Histórico de João Pessoa o Tintin Cineclube promove nesta quarta-feira a sessão “Espaços Urbanos”. Cinco curtas-metragens premiados de diferentes regiões metropolitanas que dialogam intrinsecamente com o ambiente urbano no qual suas histórias transcorrem.
Outros, de Gustavo Spolidoro [fic, 14', 2000, RS]
Numa das mais tradicionais avenidas da capital gaúcha, pessoas se encontram, discutindo as suas e as nossas vidas.
Palíndromo, de Philippe Barcinski [fic, 11', 2001, SP]
Um homem perde tudo que tem. Uma história simples contada de forma inusitada.
Um Trailer Americano, de José Eduardo Belmonte [fic, 14', 2002, DF]
Nádia e seus amigos estão parados diante de um drive-in. O trailer onde moram quebrou por ali e eles não o consertam. O fato serve de pretexto para falarem sobre amenidades, a vida e verem os filmes americanos que passam no cinema em frente.
Acossada, de Karen Akerman e Karen Black [fic, 7', 2005, RJ]
Francesinha perdida no Rio de Janeiro depara-se com mafiosos do cinema nacional. Quem poderá salvá-la?
O Plano do Cachorro, de Arthur Lins e Ely Marques [fic, 10’, 2009, PB]
Cachorros vagam nas ruas esperando a morte chegar.
+ Pós-Sessão no Centro Histórico:
Ciclo das Quartas #005 | 08.09 | 21h | Espaço Mundo
Entrada: R$ 5,00 (primeira cerveja grátis)
Ciclo das quartas recebe o poeta e músico experimental Babilak Bah, o músico eletroacústico Didier Guigue e os turntablistas Guirraiz e Til Dal.
Primeiro bloco: set improvisado com Babilak Bah, Didier Guigue, ChicoCorrea e Dj Guirraiz.
Segundo Bloco: Set improvisado Dj Guirraiz + Dj Dal + ChicoCorrea.
Experimentalismos Audiovisuais com VJ Carlos Dowling.
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Realização: Tintin Cineclube, ABD-PB, Ponto de cultura Urbe Audiovisual
Apoio: Ministério da Cultura, Cine Mais Cultura, CNC – Conselho Nacional de Cineclubes, UFPB – Universidade Federal da Paraíba, Fundação Casa de Cultura Cia. da Terra, Coletivo Sanhauá
Tintin Cineclube vai ali e já volta
O Tintin Cineclube informa que não haverá sessão nesta quarta-feira (dia 01) em decorrência da suspensão temporária das atividades no Teatro Lima Penante que se encontra em período de reformas.
Mas não é preciso ficar triste ou se desesperar! A partir da próxima quarta-feira (dia 08) nossas sessões serão realocadas para a Casa de Cultura Cia. da Terra, localizada no Casarão nº 15 da Praça Antenor Navarro.
Nos vemos semana que vem no Varadouro!
Atenciosamente,
Equipe Tintin Cineclube
Tintin Cineclube lança filme do realizador Marcelo Coutinho em João Pessoa
Tintin Cineclube | quarta-feira | 20h30 | 25.08
Usina Cultural Energisa | Rua Juarez Távora, 243 – Torre (início da Epitácio Pessoa)
ASSACINE MARCELO COUTINHO
[Ô, Arra olo Raar, Arra]
25.08 | quarta-feira | 20h30
Ingressos R$ 2 | R$ 1 [estudantes e abdistas]
O Tintin Cineclube promove nesta quarta-feira, dia 25, a partir das 20h30, na Usina Cultural Energisa, mais uma sessão de lançamento de curtas-metragens em João Pessoa. Na ocasião será feita a primeira exibição na cidade de “Ô”, do realizador paraibano Marcelo Coutinho. Para complementar a sessão serão exibidos mais dois trabalhos que compõem a obra do diretor.
Marcelo Coutinho, natural de Campina Grande, é artista visual e professor do Departamento de Teoria da Arte e Expressão Artística da Universidade Federal de Pernambuco. É mestre em Comunicação pela mesma universidade e doutorando do Programa de Pós Graduação em Poéticas Visuais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Integrou importantes mostras nacionais de arte contemporânea entre as quais destacam-se o Panorama da Arte Brasileira, a mais tradicional mostra de arte contemporânea brasileira, produzida pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo; Caminhos do Contemporâneo –Arte Brasileira de 1952-2002, ampla mostra retrospectiva dos últimos 50 anos de arte brasileira, produzida pelo Paço Imperial do Rio de Janeiro; Nordestes, uma co-parceria Fundação Joaquim Nabuco e SESC-Pompéia em São Paulo, SP; Projeto Rumos Visuais, produzido pelo Instituto Cultural Itaú, SP ; Imagética (Secretaria de Cultura do Paraná), além de várias edições do Salão Pernambucano de Arte. No exterior, representou o Brasil na exposição Mistura + Confronto, na Cidade do Porto, Portugal, a exposição-workshop Ampazonas, organizada pelo Ministério de Cultura da Bavária, Alemanha e em Paris. Foi premiado no XVI Salão Nacional de Artes Plásticas, promovido pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e pela FUNARTE, em 1998. A cerca de 8 anos vem desenvolvendo seu trabalho em artes visuais usando o suporte do vídeo através de vídeo instalações e vídeo-performances. Nos últimos cinco anos seus trabalhos procuram estabelecer diálogos entre as questões próprias das vivências performáticas e a espessura ficcional do cinema. Em 2007, criou em parceria com o artista André Severo o projeto Dois Vazios, aprovado pelo Edital Arte e Patrimônio-2007- Petrobrás/Minc, visando a produção de filmes que fossem o encontro das linguagens plásticas e cinematográfica. Ainda 2007 monta junto com os artistas Gustavo Monteiro, Alan Oliveira e Gustavo Felipe o grupo Segunda Lei Produtores Associados.
Após a sessão será promovido um debate com o realizador e logo em seguida discotecagem pra encerrar a noite.
1. Ô, de Marcelo Coutinho [exp, 20’, 2009, PE]
ô. v. t. d.1. estado de suspensão em que se instala a percepção instantes antes de apresentar-se a algo por demais vasto e desconhecido. 2. prenúncio, normalmente envolto em uma ampla luz branca, de que algo paralisante e muito amplo está por vir. 3. quando, diante da enormidade de algo desconhecido que se pronuncia, o que resta é a paralisia.
Ô estrutura-se de maneira fragmentária enlaçando três seqüências dramáticas aparentemente díspares. Dispares em forma, porém, semelhantes em teor. O drama amoroso entre desiguais, a violência dos encontros inesperados, a espera paralisante e tediosa por algum acontecimento formam o conjunto desta ficção experimental, filmada entre o agreste de Pernambuco e os pampas do Rio Grande do Sul. Numa relação de diálogo e cruzamento entre gêneros artísticos Ô move-se na fronteira entre a vídeo-performance e a narrativa cinematográfica.
2. Arra olo Raar, de Marcelo Coutinho [exp, 16’, 2007, PE]
arra. pron. pess. da 1a pessoa singular. 1. algo de funcionamento intenso destinado a reter e reconduzir as várias retenções e reconduções vindas de outros algos. 2. algo que balbucia através de outro algo que também balbucia. 3. algo que é fruto de uma matriz perdida, e que, por sua vez, será uma matriz perdida para outro algo.
olo. prep. 1. Partícula gramatical usada para pôr em movimento de devir palavras e outros fragmentos da língua. Quando juntas a esta preposição, verbos, adjetivos, pronomes, adverbios passam a ter seus sentidos desfeitos para tornarem-se, junto com o que se unem, uma terceira coisa. 2. Para além de um elemento conectivo puro, olo destitui de sentido particular os termos gramaticais envolvidos em uma sentença para fazer surgir uma terceiro sentido. Diz-se p. ex. “arra olo raar”, “mavio olo africo”, etc.
raar. pron. pess. da 2a pessoa singular. 1. Enodamento fibroso geralmente momentâneo, cujas inúmeras fibras organizam-se em forma de bola, postado um palmo abaixo do pescoço, mais precisamente entre os dois mamilos. Este enodamento ganha a forma de inúmeros brotos que estendem-se por entre os membros, cabeça, nuca e genitália, ultrapassando a epiderme em busca de floração. 2. Elemento que instaura a ligação orgânica entre duas temporalidades, lançando sobre a presente uma suspensão e sobre a futura um chamado inexato.
As três palavras da frase Arra olo Raar, se traduzidas cuidadosamente para o português exigiriam uma palavra fusionada como euetu. Três cenas aparentamente independentes estão juntas evocando forças de desvio e de irreversibilidade. Na edição as cenas estabelecem entre si relações de fuga e deslizamento, distanciando-se de relações metafóricas e analógicas. O nexo entre elas não é de similaridade ou linearidade e não há a fixação de uma semântica. Trata-se antes de um “teor” ou de uma “temperatura”.
3. Arra, de Marcelo Coutinho [exp, 30’, 2003, PE]
arra. pron. pess. da 1a pessoa singular. 1. algo de funcionamento intenso destinado a reter e reconduzir as várias retenções e reconduções vindas de outros algos. 2. algo que balbucia através de outro algo que também balbucia. 3. algo que é fruto de uma matriz perdida, e que, por sua vez, será uma matriz perdida para outro algo.
Pronome da primeira pessoa do singular de uma língua sem falantes, Arra é apresentado aqui tendo o autor Marcelo Coutinho executando um empreendimento bastante simples: a todo custo o artista procura limpar um imenso galpão de uma antiga fábrica desativada. Filme de uma única cena, este prosaico e inútil ato de acepcia carrega em si algo da tradição da body-art e da performance. Porém torna-se igualmente nítida certa referência ao humor nonsense do cinema mudo indo assim além do puro registro performático.
+ Debate com o realizador e discotecagem instigante pós-exibição.
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Realização: ABD-PB, Ponto de Cultura Urbe Audiovisual
Apoio: Ministério da Cultura, Cine Mais Cultura, CNC (Conselho Nacional de Cineclubes), Universidade Federal da Paraíba e Usina Cultural Energisa.
Tintin Cineclube exibe curtas universitários
Tintin Cineclube | quarta-feira | 19h30 | 11.08
Cine-Teatro Lima Penante | Av. João Machado, 67 – Centro
Programadora Brasil
[Curtas Universitários]
11.08 | quarta-feira | 19h30
Sessão gratuita
Em comemoração ao dia nacional do estudante o Tintin Cineclube promove a sessão “Curtas Universitários”. A produção audiovisual dos cursos universitários de cinema e comunicação tem peso significativo no cenário do curta-metragem nacional, e reconhecimento internacional por sua excelência – vide as participações de O lençol branco e Um sol alaranjado no Cinéfondation, a competição de filmes de escola do Festival de Cannes, sendo o último vencedor do 1o prêmio em 2002. Essa produção não se empenha meramente na formação de novos profissionais para o mercado de trabalho, estando mais fundamentada no chamado cinema de autor, muito devido à liberdade temática e ao incentivo à criatividade, encontrados nas escolas de cinema brasileiras. Nesta seleção encontramos trabalhos dos cursos de maior produção e tradição.
O Lençol Branco, de Julina Rojas e Marco Dutra [fic, 17’, 2003, SP]
Em uma casa de subúrbio, uma mulher é obrigada a lidar com a presença da morte.
Produto Descartável, de Flavia Rea e Rafael Primo [fic, 16’, 2003, SP]
Dois vizinhos que se desejam lutam contra os estereótipos que criaram para si mesmo. Uma divertida comédia urbana, repleta de clichês nos quais todos se posicionam como verdadeiros produtos descartáveis. Sexo, nudez e violência – tudo o que você sempre quis ver em um único filme.
Um Sol Alaranjado, de Eduardo Valente [fic, 18’, 2001, RJ]
Quatro dias na vida de uma mulher e seu pai.
Velha História, de Claudia Jouvin [ani, 6’, 2004, RJ]
Um dia, ao pescar na beira de um rio, um homem pega um peixe. A partir de um gesto de afeto do pescador, os dois desenvolvem uma linda amizade que é admirada por todos na cidade.
Veludo & Cacos-de-vidro, de Marco Martins [fic, 17’, 2004, SC]
Os altos e baixos de uma história de amor, numa releitura do cinema marginal brasileiro.
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Realização: ABD-PB, Ponto de cultura Urbe Audiovisual
Apoio: Ministério da Cultura, Cine Mais Cultura, CNC (Conselho Nacional de Cineclubes), Universidade Federal da Paraíba e Programadora Brasil.
Tintin Cineclube exibe curtas de realismo fantástico – O Retorno
Tintin Cineclube | quarta-feira | 19h30 | 04.08
Cine-Teatro Lima Penante | Av. João Machado, 67 – Centro
[Ciné Club Tintin por Tintin]
04.08 | quarta-feira | 19h30
Sessão gratuita
Estranhamente Curtas – Le Retour
Coleção de curtas-metragens franceses com temática fantástica ou estranha.
Stricteternum, de Didier Fontan [8’, França, 2004]
Um homem e uma mulher bloqueados pela neve, procuram desesperadamente deixar um pequeno pavilhão de periferia, perdido no meio de lugar nenhum…
Linha Verde (Ligne Verte), de Laurent Mareschal [4’, França, 2005]
Um afresco desfila sob nossos olhos aos sons do trabalho onipresente mas longínquo. Esta pintura representa uma paisagem do tipo mediterrânea: um cactus, um cipreste e uma oliveira. Após ter descoberto o afresco a câmera se imobiliza. Sem prestar muita atenção nas pedrinhas que desmoronam cobrindo o caminho. É agora que descobrimos as origens: um galho de oliveira fez ranger o muro. Este muro que separa Israel da Palestina.
Eclosão (Eclosion), Jerome Boulbes [9’, França, 2005]
Estes são cubos usados e cansados… É hora deles se reunirem.
Algum Lugar (Somewhere), de Emmanuel Murat [13’, França, 2005]
A vida de Simon se repete sem fim… no entanto ele parece estar satisfeito com este sistema. Um dia, um homem vai transformar seu cotidiano.
FIM (The End), de Camillelvis Théry [5’, França, 2005]
Um ator de um filme noir hollywoodiano sai do campo da filmagem e se encontra do outro lado do cenário, no meio de nuvens em Technicolor. Uma perseguição começa então.
Mais informações sobre a mostra em:
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Realização: Aliança Francesa, ABD-PB, Ponto de cultura Urbe Audiovisual
Apoio: Ministério da Cultura, Cine Mais Cultura, CNC (Conselho Nacional de Cineclubes), Universidade Federal da Paraíba e Cinemateca da Embaixada Francesa.
Tintin Cineclube não exibe curtas nesta quarta-feira
Por motivos de força maiores (leia-se: o cachorro comeu o meu dever de casa) o Tintin Cineclube desta quarta-feira não fará sua tradicional sessão de estréia de curtas-metragens na última quarta-feira do mês, o Assacine.
Pra você que ficou triste e arrasado: pode ir secando as suas lágrimas! Faremos uma sessão especial do Tintin Cineclube dentro da programação do ENECOM-PB [Encontro Nacional de Estudantes de Comunicação], nesta sexta-feira, dia 30 de julho, na Universidade Federal da Paraíba – UFFB.
Mais informações em breve (muito breve) aqui na página. Aguardem.
Tintin Cineclube exibe curtas ambientais do Circuito Tela Verde
Tintin Cineclube | quarta-feira | 19h30 | 21.07
Cine-Teatro Lima Penante | Av. João Machado, 67 – Centro
[Circuito Tela Verde]
21.07 | quarta-feira | 19h30
Sessão gratuita
O Tintin Cineclube desta quarta-feira promove a Mostra Nacional de Produção Audiovisual Independente – CIRCUITO TELA VERDE. O evento realiza seu segundo ano de exibição contando dessa vez, com a participação de 700 espaços exibidores cadastrados, em todo o território nacional. Entre eles estão Salas Verdes, instituições articuladoras de Coletivos Educadores, Pontos de Cultura, cineclubes, pontos Cine Mais Cultura, instituições de ensino fundamental, médio e superior, associações comunitárias, aldeias indígenas, APAs, unidades do Sistema S, entre outros.
O objetivo da Mostra é divulgar e estimular atividades de Educação Ambiental por meio da linguagem audiovisual; atender à demanda das estruturas educadoras por material audiovisuais para se trabalhar a educação ambiental; despertar a sociedade para a participação nos processos de gestão ambiental locais.
A Era do Ouro [13 min, 2008, RO]
O ouro, sua febre, seu encantamento. Traz angústias, festas e perigos. Dragas que reviram rios pelo avesso; o ouro ressurge e traz a riqueza aparentemente fácil: rápido vem, veloz se vai e o aventureiro volta ao ponto de partida.
Mutum-Madeira [12 min, 2008, RO]
Antes árvores, agora tabuas. Serra gira e movimenta uma cidade feita de madeira. Quem destrói a floresta? Madeireiros: Vilões ou mocinhos? erra que corta, serra que desmata, serra que alimenta, serra que constrói casa e sonhos.
Sid Sementinha [6 min, 2009, RS]
Ciente de seu compromisso com a preservação ambiental o SIMECS, Sindicato da Indústrias Metalurgicas, Mecanicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul, através da sua Comissão de Meio Ambiente, lança este importante trabalho voltado para crianças que tem como objetivo servir
para uma reflexão social a respeito da necessidade de preservarmos o mEio Ambiente e garantirmos um futuro melhor às próximas gerações. Ao apresentar o SIMECS AMBIENTAL apresentamos o personagem Sid Sementinha, protagonista deste vídeo, que dá dicas de como preservarmos o meio ambiente através de nosso dia-a- dia. O vídeo foi produzido especialmente para um público infantil de 3 a 10 anos e trata de situações cotidianas da relação das crianças com sua família, cidade e escola, sempre mostrando exemplos de ação sem prejudicar o meio ambiente.
O Assobiador [14 min, 2008, CE]
Diante do maior empreendimento do estado do ceará, o povo Anacé resgata sua história, fortalece suas raízes e enfrenta preconceitos na defesa e sua identidade, de seu território, de sua fauna e flora e de seus encantados. Pisa no chão com força e com fé. Índio guerreiro é o índio Anacé.
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Realização: Tintin Cineclube, Circuito Tela Verde, ABD-PB, Ponto de cultura Urbe audiovisual
Apoio: Ministério da Cultura, Cine Mais Cultura, CNC – Conselho Nacional de Cineclubes, UFPB – Universidade Federal da Paraíba
Tintin Cineclube exibe curtas fúnebres
Tintin Cineclube | quarta-feira | 19h30 | 14.07
Cine-Teatro Lima Penante | Av. João Machado, 67 – Centro
[A Morte Pede Carona]
14.07 | quarta-feira | 19h30
Sessão gratuita
Os sapatos de Aristeu, de Luis René Guerra [fic, 17 min, 2008]
O corpo de uma travesti morta é preparado por outras travestis para o velório. A família, após receber o corpo, decide enterrá-lo como homem. Uma procissão de travestis então se encaminha para o velório para dizer adeus. Os sapatos são calçados. A morte é apenas uma janela.
Di Cavalcante di Glauber, de Glauber Rocha [doc, 18 min, 1977]
Quando o pintor brasileiro Emiliano Di Cavalcanti morreu, Glauber Rocha foi ao funeral com uma câmera na mão e uma idéia (discutível) na cabeça. Glauber filmou o enterro, o corpo no caixão, enquanto a família de Di, aos berros, pedia para ele ir embora. Ao fundo, tocava o samba-funk ”Umbabarauma, Homem Gol”, na voz de Jorge Ben Jor. Este curta também é conhecido com o título ”Ninguém Assistirá ao Formidável Enterro de Sua Última Quimera; Somente a Ingratidão, Essa Pantera, Foi Sua Companheira Inseparável”. Premiado no festival de Cannes, mais tarde o filme foi proibido pela justiça brasileira, a pedido dos familiares de Di, alegando que Glauber desrespeitou o funeral e transformou aquele momento sagrado num carnaval.
Rostos de novembro, de Robert Drew [doc, 12 min, 1963]
Documentário de curta-metragem realizado durante o funeral do presidente John F. Kennedy, no dia 25 de novembro de 1963, em Washington.
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Realização: Tintin Cineclube, ABD-PB, Ponto de Cultura Urbe Audiovisual
Apoio: Ministério da Cultura, Cine Mais Cultura, CNC – Conselho Nacional de Cineclubes, UFPB – Universidade Federal da Paraíba
Tintin Cineclube promove sessão especial no Varadouro
Tintin Cineclube | quarta-feira | 19h | 07.07
Casa de Cultura Cia. Da Terra | Praça Antenor Navarro, Casarão nº. 15 (1º andar) – Varadouro
[Ciné Club Tintin por Tintin]
07.07 | quarta-feira | 19h
Sessão gratuita
Mano Chao – Gira Mundo Tour, de François Bergeron [52’, França, 2000]
Difícil falar de música atual sem nosso parisiense de parentes espanhois Jose-Manuel Thomas Arthur Chao! Igualmente difícil omitir o fato de que ele compõe, escreve e procura sua inspiração no que se impõe como atitude: a viagem. Claro que já existia Mano Negra antes do sucesso fulminante de “Clandestino”. Era 1998. E depois “Proxima Estacion: Esperanza”. Os títulos expressam exatamente o que Manu Chao quer fazer: espírito independente, “politizado”, no sentido literal do termo, equipado com uma pequena câmera, de uma guitarra, de um computador, ele fez da peregrinação sua maneira de ver de escutar o mundo, as margens, antes que nós o escutemos, dançando é claro… Me gusta…
Mais informações sobre a mostra em:
http://afjoaopessoa.com.br/
+ KIMINIKE (Les Oiseaux Messagers/Bird Messengers) – Performance sobre o erotismo e a sexualidade de um ponto de vista dos índios do Canadá.
(Casa de Cultura Cia da Terra – Apoio Cultural: R$2)
+ Ciclo das Quartas: Set Jazzistico: Dj ChicoCorrea
Moe Clark & Emillie Monnet – Projeto Bird Messengers (Canadá)
Projeto Melhor Amigo do Homem – Spencer e Thiago Sombra
Jam Session: Moe Clark & Emillie Monnet (voz/percussao) + ChicoCorrea (guitarra/sampler/sintetizador) + Thiago Sombra (baixo/groovebox) + KingSizePaper (moog/orgao)
(Espaço Mundo – Entrada Gratuita)
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Realização: ABD-PB, Tintin Cineclube, Aliança Francesa, Coletivo Sanhauá e Coletivo Mundo.
Apoio: Ministério da Cultura, Cine Mais Cultura, CNC (Conselho Nacional de Cineclubes), Universidade Federal da Paraíba, Cinemateca da Embaixada Francesa, Cia da Terra, Fazendo Arte.
Tintin Cineclube + QUADRILHA PUNK
Tintin Cineclube | quarta-feira | 20h30 | 30.06
Usina Cultural Energisa | Rua Juarez Távora, 243 – Torre (início da Epitácio Pessoa)

[Quando as crianças saírem de férias
Talvez a gente possa então se amar
Um pouco mais]
30.06 | quarta-feira | 20h30
Nossa famosa sessão de lançamento de filmes, O Assacine, tira uma folga, mas nem por isso o Tintin Cineclube pára as suas atividades. Serão exibidos nesta quarta-feira, dia 30, a partir das 20h30, na Usina Cultura Energisa, quatro curtas-metragens brasileiros em ritmo de férias.
Para completar o clima e esquentar nossos corpos nessa noite de julho vai rolar no maior princípio de autonomia do faça-você-mesmo, pode vir, nunca é demais, vamos cair pra dentro, o décimo segundo ano da Quadrilha Punk. Venha sozinho, acompanhado ou de trio em diante, fantasiado de matuto, jogador de futebol ou de super-herói, participar da quadrilha mais free-style de João Pessoa.
Antes que a noite acabe ainda tem discotecagem praqueles que trabalham no dia seguinte, ou não.
Laurita, de Roney Freitas [fic, 20’, 2009, SP]
Laura e sua mãe passam as férias no litoral de São Paulo, numa casa de praia de classe média. O corpo pré-adolescente de Laura está mudando em descompasso com sua maturidade. Mas seu incômodo fica menor diante da situação das duas na casa.
Os Inocentes, de Davi Kolb [fic, 7’, 2009, RJ]
O mar tem jogado na praia pingüim, tartaruga gigante, cação, cachalote. Hoje: tem mulher nua.
A Amiga Americana, de Ivo Lopes Araújo e Ricardo Pretti [fic, 19’, 2009, CE]
Paris conhece Thaís
Beijo de Sal, de Fellipe Gamarano Barbosa [fic, 18’, 2006, RJ]
Numa ilha isolada na costa verde do Rio, o quarentão Rogério Trindade tenta trazer o seu melhor amigo de volta para a boa vida.
+ Quadrilha Punk | traga o seu par ou se arranje por lá mesmo pra dançar na quadrilha mais punk da cidade, cumpadi!
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Realização: ABD-PB, Ponto de Cultura Urbe Audiovisual
Apoio: Ministério da Cultura, Cine Mais Cultura, CNC (Conselho Nacional de Cineclubes), Universidade Federal da Paraíba e Usina Cultural Energisa.







